
A calçada romana do Viso, que se acede a partir da EN10, a pouco menos de 2Km de Setúbal, entrando pela aldeia do Grelhal, teve -tanto quanto sei- a última intervenção de manutenção há cerca de doze anos, através do Parque Natural da Arrábida -pasme-se!- e outras entidades.
Não é muita extensa a parte ainda perfeitamente visível e caminhável: são cerca de 300m. mas mantem a 'jovialidade' da construção de há dois mil anos atrás.
Com infinitamente menos tempo cronológico, são os placards de informação sobre esta importante via que fazia parte de uma extensa rede viária romana na península. O estado actual é o que a imagem em cima mostra. Obviamente não é nem o tempo, nem a meteorologia adversa que provoca os qu
adros de informação partidos ou pura e simplesmente desaparecidos. É a insondável capacidade idiota do portuga para a destruição. Por outro lado, como isto é recorrente, 'deixa-se estar', não só ali, mas igualmente no Creiro e na sua estação arqueológica de salga de peixe.
A bem dizer, há muito onde se podia ocupar pessoas desocupadas, mas não gratuitamente, porque a 'desocupação', também conhecido como desemprego, tem a sua dignidade nas pessoas que involuntariamente estão nessa situação. Não é propriamente seguir o modelo de alguns.
Sobre a calçada, diz-se então:
[...]"De facto, este troço fazia parte da via Romana que ligava Olissipo (Lisboa) a Cetóbriga (Setúbal) e daí seguia para Salácia (Alcácer do Sal), Ébora (Évora) rumando à muito importante Emérita Augusta (Mérida, em Espanha), partindo do importante Porto Fluvial de Equabona (Coina) " [...]
Não é muita extensa a parte ainda perfeitamente visível e caminhável: são cerca de 300m. mas mantem a 'jovialidade' da construção de há dois mil anos atrás.
Com infinitamente menos tempo cronológico, são os placards de informação sobre esta importante via que fazia parte de uma extensa rede viária romana na península. O estado actual é o que a imagem em cima mostra. Obviamente não é nem o tempo, nem a meteorologia adversa que provoca os qu
adros de informação partidos ou pura e simplesmente desaparecidos. É a insondável capacidade idiota do portuga para a destruição. Por outro lado, como isto é recorrente, 'deixa-se estar', não só ali, mas igualmente no Creiro e na sua estação arqueológica de salga de peixe.A bem dizer, há muito onde se podia ocupar pessoas desocupadas, mas não gratuitamente, porque a 'desocupação', também conhecido como desemprego, tem a sua dignidade nas pessoas que involuntariamente estão nessa situação. Não é propriamente seguir o modelo de alguns.
Sobre a calçada, diz-se então:
[...]"De facto, este troço fazia parte da via Romana que ligava Olissipo (Lisboa) a Cetóbriga (Setúbal) e daí seguia para Salácia (Alcácer do Sal), Ébora (Évora) rumando à muito importante Emérita Augusta (Mérida, em Espanha), partindo do importante Porto Fluvial de Equabona (Coina) " [...]
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