
Conheço algumas peças de marketing estranhas, como calendários que acrescentam ou retiram dias aos meses, convites impressos onde a comunicação de uma acção perderá efeito, porque para quem lê, ficará induzido num outro dia que não aquele a que efectivamente a acção diz respeito; conheço também gestores despistados que perguntam na maior candura: "Olha, o jantar é dia 29 a que horas?" e recebem como resposta igualmente cândida "Olha pá, estás a ler um e-mail do ano passado. O jantar já foi." Portanto, tudo é influenciado pela comunicação ou ausência dela.
O modelo semiótico de comunicação é aquele em que a ênfase é colocada na criação dos significados e na formação das mensagens a transmitir. Para que haja comunicação é preciso criar uma mensagem a partir de signos, mensagem que induzirá o interlocutor a elaborar outra mensagem e assim sucessivamente.
Pois é. Por isso este da Vodafone que hoje foi distribuido como sobrecapa de um jornal gratuito, diz tudo. Uma boa peça. A fruta também.
O modelo semiótico de comunicação é aquele em que a ênfase é colocada na criação dos significados e na formação das mensagens a transmitir. Para que haja comunicação é preciso criar uma mensagem a partir de signos, mensagem que induzirá o interlocutor a elaborar outra mensagem e assim sucessivamente.
Pois é. Por isso este da Vodafone que hoje foi distribuido como sobrecapa de um jornal gratuito, diz tudo. Uma boa peça. A fruta também.
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