de Platão.
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03 dezembro 2011
16 novembro 2011
brasil politicamente incorrecto
O futebol não era muito considerado no Brasil até 1950, a 'feijoada à brasileira' não era afinal comida de pobres a as origens são europeias, os escravos libertos tinham efectivamente outros escravos ao serviço deles, os próprios índios dizimaram mais índios que os portugueses, etc e muito mais no livro do jornalista Leandro Narloch 'Guia Politicamente Incorrecto da História do Brasil'.
Será interessante.
Será interessante.
26 outubro 2011
a armada perdida de kublai khan
Século XIII. 4400 navios mongol com 40 mil homens coreanos, chineses e mongóis a bordo navegam, nesse ano de 1281, com uma ideia fixa: invadir o Japão. Sete anos antes, tinham tentado o mesmo sem sucesso. Sem sucesso nas duas ocasiões e isto, porque, os ventos divinos -os kamikaze- estavam com os japoneses: dois imensos tufões limparam literalmente as duas armadas do caminho do Japão: a primeira em 1274 e a segunda, mais poderosa, em 1281.
Os destroços de um desses navios da segunda armada do mongol Kublai Khan foi agora descoberto ao largo da costa de Nagasaki e, passado tantos séculos submerso, custa a crer que ainda tenham sido recuperadas mais de quatro mil peças (cerâmicas, tijolos, bolas de canhão e mais e mais) nesse navio afundado.
20 outubro 2011
22 março 2011
centúrias do miquèl

Miquèl de Nostradama (1503-1566) simplesmente conhecido pelo latino nome de Nostradamus, médico às vezes e boticário quase sempre, foi na vidência que se destacou com um empurrãozinho do tipo patrocínio de Catarina de Médecis. Por cá, na mesma altura, nós tínhamos o António Gonçalves Annes Bandarra, ou apenas o Bandarra para os amigos. Enquanto para lá dos Pirinéus, Miquèl era protegido e agraciado, para este lado do Atlântico, a obra 'Paráfrase e Concordância de Algumas Profecias de Bandarra' era alvo do fósforo da Inquisição, primeiro porque o autor tinha origem judaica e andar a entusiasmar cristãos-novos não era recomendável, segundo porque de profetas estava o inferno cheio, logo, as trovas incluídas no seu livro constou, claro está, da lista de livros proibidos.
Ser um país periférico é coisa que nunca se alterou; bom, geograficamente falando seria difícil, a menos que alguma catástrofe acontecesse e nos colocasse de repente no centro da europa.
Voltando ao Miquèl de Nostradama, porque afinal é ele a vedeta deste post. Achei curioso a Centúria 1/Quadra 9, que diz assim no original:
De l'Orient viendra le coeur Punique
Fascher Hadrie, & les hoires Romulides,
Acompagne de la classe Libique,
emples Melites & proches Isles vuides.
ou mais ou menos isto em portuga corrente:
Do Oriente virá o coração Púnico
para perturbar Hadrie e os herdeiros Romulidas,
Acompanhado pela frota Líbia
Templos de Malta e ilhas próximas desertas
Se por 'coração Púnico' se entender algo relacionado com a antiga Cartago, então teremos a actual Tunísia em cena na quadra ; Se por 'herdeiros Romulidas' se entender algo derivado de Rómulo, então poderemos também entender a Itália, como herdeiros desse, que colonizou a Líbia em tempos e agora, a grande pergunta para dois euros e meio: estará isto relacionado com a situação que se vive actualmente na Líbia ?
Hadrie parece ser um anagrama, mas como diz o outro: beats me.
Ser um país periférico é coisa que nunca se alterou; bom, geograficamente falando seria difícil, a menos que alguma catástrofe acontecesse e nos colocasse de repente no centro da europa.
Voltando ao Miquèl de Nostradama, porque afinal é ele a vedeta deste post. Achei curioso a Centúria 1/Quadra 9, que diz assim no original:
De l'Orient viendra le coeur Punique
Fascher Hadrie, & les hoires Romulides,
Acompagne de la classe Libique,
emples Melites & proches Isles vuides.
ou mais ou menos isto em portuga corrente:
Do Oriente virá o coração Púnico
para perturbar Hadrie e os herdeiros Romulidas,
Acompanhado pela frota Líbia
Templos de Malta e ilhas próximas desertas
Se por 'coração Púnico' se entender algo relacionado com a antiga Cartago, então teremos a actual Tunísia em cena na quadra ; Se por 'herdeiros Romulidas' se entender algo derivado de Rómulo, então poderemos também entender a Itália, como herdeiros desse, que colonizou a Líbia em tempos e agora, a grande pergunta para dois euros e meio: estará isto relacionado com a situação que se vive actualmente na Líbia ?
Hadrie parece ser um anagrama, mas como diz o outro: beats me.
07 junho 2010
gladiadores: a última morada

Tudo leva a crer que assim seja, em York, Inglaterra. Já não estão com 'bons ares' atendendo à provecta idade: entre 1.600 a 1.900 anos, mas mesmo isso não impossibilita de identificar uma série de elementos e nem é preciso chamar o tenente Caine do CSI. Tudo aqui, via CNN.
25 janeiro 2010
geographia

Estrabão, filósofo grego e 'globe trotter', supostamente entre 64a.c. e 24d.c, é autor da extensa obra 'Geographia'. Nela, relata com precisão a morfologia das terras conhecidas à época, os povos, os usos e costumes e muita outra informação; tanta é que 17 grossos livros quase não chegam e admitindo que não se perderam outros, como outra obra sua: a História.
Sobre a Lusitânia -aqui em excerto- escreve ele:
'Ao norte do Tejo estende-se a Lusitânia, a mais forte das nações ibéricas e a que durante mais tempo resistiu aos [...]A região é naturalmente rica em frutos e gados, assim como em ouro, prata e muitos outros metais, mas, apesar disso, a maior parte destas tribos renunciou a viver do trabalho da terra para se dedicar ao banditismo, em lutas constantes uns com os outros [...] e o país encheu-se de ladrões'
A conferir, livro 3, por aqui.
Sobre a Lusitânia -aqui em excerto- escreve ele:
'Ao norte do Tejo estende-se a Lusitânia, a mais forte das nações ibéricas e a que durante mais tempo resistiu aos [...]A região é naturalmente rica em frutos e gados, assim como em ouro, prata e muitos outros metais, mas, apesar disso, a maior parte destas tribos renunciou a viver do trabalho da terra para se dedicar ao banditismo, em lutas constantes uns com os outros [...] e o país encheu-se de ladrões'
A conferir, livro 3, por aqui.
27 setembro 2007
Revista História

História para quê? Presumivelmente será assim que pensa o MC ao abdicar da compra regular mensal de 150 números para as bibliotecas, de acordo com uma notícia publicada no jornal 'Público' de hoje e dá conta da suspensão da revista e de uma petição online.
Se a quebra nas assinaturas condiciona de igual modo a continuidade -de trinta anos- nas bancas e se apenas dez mil euros/ano podem permitir o seu regresso, pergunto-me onde estarão os mecenas da cultura?
Como se se tratasse de um bundle do tipo perda-dois-e-ganhe-nenhum, a revista Premiere, única especializada em cinema, publica também o último número.
Outros, por exemplo, perdem receitas publicitárias na ordem dos $50K apenas por quatro letrinhas escritas num editorial, e estou a falar de um jornal universitário, tão simplesmente.
Oxalá, por cá, não dêm lugar a mais umas publicações de cordel-cor-de-rosa, decalques perfeitos da ignorância e idiotice.
Se a quebra nas assinaturas condiciona de igual modo a continuidade -de trinta anos- nas bancas e se apenas dez mil euros/ano podem permitir o seu regresso, pergunto-me onde estarão os mecenas da cultura?
Como se se tratasse de um bundle do tipo perda-dois-e-ganhe-nenhum, a revista Premiere, única especializada em cinema, publica também o último número.
Outros, por exemplo, perdem receitas publicitárias na ordem dos $50K apenas por quatro letrinhas escritas num editorial, e estou a falar de um jornal universitário, tão simplesmente.
Oxalá, por cá, não dêm lugar a mais umas publicações de cordel-cor-de-rosa, decalques perfeitos da ignorância e idiotice.
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