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14 março 2012

les singulières pratiques


Ah... como te entendo François.
François Prudent porte bien son nom. Revendeur “Premium” de matériel Apple avec sa société eBizcuss, il se battait silencieusement et en toute discrétion depuis des années contre les conséquences de la stratégie de distribution d’Apple sur les revendeurs indépendants de la marque à la pomme. En seulement trois mois, son chiffre d'affaires a baissé de 30%. Sa capitalisation boursière a été divisée par 5 depuis deux ans et demi. Voilà pourquoi [...]

e, por outro lado:

"il n’est pas du tout absurde que le patron d’Apple se déplace en personne pour régler ce type de litige, confie une source proche du dossier : les enjeux financiers en cas de litige juridique pourraient être considérables". Sim, lá disso não haja qualquer dúvida.

06 março 2012

speed bump: dia 7

fôlego novo


Aqui.

24 fevereiro 2012

timeline

22 fevereiro 2012

foxconn revisitada

Fora dos EUA, devido a direitos e coisas do género, a peça de reportagem integral da estação ABC não é possível de visionar.
Fica o 'aperitivo':
video platformvideo managementvideo solutionsvideo player

07 fevereiro 2012

foxconn, apple e o embaraço

04 fevereiro 2012

lobby

14 janeiro 2012

spindler's list

"Apple Europe ran out of a cramped 100 ft. office in Brussels and had only a few employees. Spindler had never worked at the startup before, but he liked it a lot. He had freedom to try almost anything he wanted.

There were problems with working for such a young company, though. Spindler went without payment for almost six months because Apple didn't know how to move funds from California to Belgium.

In 1981, Apple Europe moved to bigger offices in Paris, and Spindler's career at Apple really began to take off."

Conheci Michael Spindler em 1996 durante um evento institucional da Apple em Nova Orleães; extremamente activo (coisa que até cansava quem via) e atabalhoadamente conversador, pelos europeus nutria -pelo menos nesse evento- uma particular simpatia. Não era fácil compreender o discurso (mas disso já estava avisado) one-to-one ou 'one-to-all'. Apelidavam o homem de 'the diesel', por duas razões: a) por ter nascido na Alemanha b) por trabalhar até cair redondo no chão. O que não quer dizer que trabalhasse bem. Como se sabe, o facto de se trabalhar estupidamente muitaaaas horas não é sinónimo de coisa bem feita, bem antes pelo contrário. Spindler ficou ainda mais conhecido dentro da organização quando efectuou uma drástica redução de pessoal, que atingiu também as delegações europeias, e por cortar algumas comodidades aos funcionários, que eram típicas da Apple. 'Spindler's list' vem precisamente daí, desses cortes de pessoal.

O documento que aqui se segue, apenas terá interesse particular para quem conhece bem este fabricante, no entanto, é curioso notar que existirá, institucionalmente, a tendência nos dias de hoje, de alguma vontade de estabelecer uma ligação ao passado de algum modo. Oxalá me engane.

"[...]Puette's first act was to cancel the dealer license with any company doing less than $500,000 of business a year. This was not so unreasonable a cut, but the way he implemented it would bode poorly for Apple in the future. He had his sales reps tell the doomed shops' competitors before the shop itself. Supposedly, it was to allow for a smooth transition, but it alienated almost everyone involved.

Puette went even further. During the annual sales conference held for dealers, he announced that 20% of the dealers did 80% of the business, and any dealer not falling into that 20% that did not offer good value would be eliminated.[...] Bob Puette proved disastrous for Apple's dealer relations.[...]"

03 janeiro 2012

baralhar & tornar a dar


"According to sources close to the situation, Apple is planning an important — but not large-scale — event to be held in New York at the end of this month that will focus on a media-related announcement."

27 dezembro 2011

palo alto: protótipo apple store


"The intention of this store is to provide a large open retail area that is visible from outside," Palo Alto planning manager Steven Turner said. "That's what makes this store unique." The new store (15.030 square-foot store) is a "new prototype for the applicant" and a "commons for the applicant's community to gather"

09 dezembro 2011

+1: apple grand central

É. Mais uma que abriu hoje em Nova Iorque, desta vez num terminal ferroviário. Mas não é um terminal qualquer, é a Grand Station.
Só para ter uma ideia dos passantes:
  • 750,000 people pass through Grand Central daily and over 1,000,000 people during the holidays
  • Metro-North passengers are 55% male and 45% female, the median age is 41. 93% of Grand Central Terminal commuters are college graduates.
  • Mean household income for Grand Central Terminal commuters is $95,800; 50% of household incomes are over $100,000, and 20% are over $200,000.

30 novembro 2011

software

Na indústria do software, a inovação e a diferenciação dos demais tem obrigatoriamente de ser uma constante. Longe vão os tempos em que o 'design' dos menus das aplicações não contavam, desde que fossem relativamente operacionais. Errado hoje em dia. Um aspecto visual atractivo mas simultaneamente simples conta e muito e se a juntar a isto puder ser feito a partir de equipamentos portáteis, ultra leves e com um sistema operativo reconhecidamente intuitivo e seguro, então, ficamos na palma da mão -literalmente- com o cliché 'o melhor dos dois mundos'.
Não há lugar nos dias que correm para menus de utilização confusos, rotinas redundantes, layouts de documentos horrorosos e outros 'mimos' idiotas com que o utilizador muitas das vezes se depara por via de algumas software-houses que fazem como sabem não sabendo, por isso, o que fazem.
Quando se vê algo diferente, como o video aqui em baixo e bem explorado através de um programa de televisão de sucesso orientado para o segmento de mercado onde o software em questão se enquadra, fica-se com a certeza que formatos obtusos não têm mais lugar.

24 novembro 2011

1986: neXT

”And one of the things that made Apple great was that, in the early days, it was built from the heart.”- Steve Jobs

21 novembro 2011

ipad, o indestrutível

Indestrutível só porque cai em terreno fôfo. Da próxima é testar em alcatrão...

do fundo do baú: olá 'sócios'


é a vida.

16 novembro 2011

porque estará bem melhor que muitos de nós

tv


“Apple has the opportunity to do for television what has done for PCs and tablets - offering something that’s easy to use, works right out of the box and that delivers a compelling user interface that’s unparalleled in the industry”

04 novembro 2011

apple: debandada ou perto disso


Diz o semanário 'Expresso' que 'altos quadros abandonam a Apple'; seis até agora e de um deles -por o conhecer- dei conta neste sítio há umas semanas atrás. A dança das cadeiras da empresa que me interessa, chega-me regularmente por email através de uma 'rede executiva' a que preside, justamente, um ex-presidente da companhia de Cupertino na europa. Não é previlégio algum, mas tão somente informação específica a que qualquer um, em princípio, poderá ter acesso.
Parece então que os analistas -essa espécie de óraculos modernos- estão a ficar preocupados com a considerável debandada de executivos a partir do momento em que Jobs anunciou a saída do comando da empresa já indiciando sérias complicações de saúde que, infelizmente, acabou por culminar naquilo que é do conhecimento comum. Esses mesmos analistas (a bem dizer, não só eles) receiam agora a saída de Jonathan Ive, o homem que deu corpo ao iPod e não só. Receiam porque consideram também que a visão do actual CEO -Tim Cook- para a companhia está nos antípodas em relação àquela que Steve tinha, uma vez que era essencialmente um criativo e não um tipo de gestão e processos burocráticos e afins. Pessoalmente, reconheço grande competência a Tim Cook, mas obviamente não faço ideia do que lhe vai na alma. E, pelos vistos, nem esses tais analistas.
Uma coisa é certa: quanto mais alto sobes, maior é a queda. Diz o ditado. A Apple saberá disso, já que passou a rasar o fundo da piscina e não vão assim tantos anos como isso. Há uma tendência inata para a arrogância, prepotência e desaires quando se tem imenso dinheiro. Esta é a actualidade, mas, de facto, pode mudar.
Tão preocupante será a análise desses analistas como será a opinião do público consumidor, fiel por natureza, 'switcher' por opção, mas sempre diferente dos outros consumidores de outras marcas; são estes que ditam o sucesso ou insucesso de toda e qualquer marca, os analistas aparecem depois para as questões bolsistas e traçando cenários que, não raras vezes, não encontram correspondência. Mas esse é o jogo da especulação.

26 outubro 2011

baez loves jobs

"In 1982, when he was still working on the Macintosh, Jobs met the famed folksinger Joan Baez through her sister Mimi Fariña, who headed a charity that was trying to get donations of computers for prisons. A few weeks later he and Baez had lunch in Cupertino. “I wasn’t expecting a lot, but she was really smart and funny,” he recalled. At the time, he was nearing the end of his relationship with Barbara Jasinski. They had vacationed in Hawaii, shared a house in the Santa Cruz mountains, and even gone to one of Baez’s concerts together. As his relationship with Jasinski flamed out, Jobs began getting more serious with Baez. He was twenty-seven and Baez was forty-one, but for a few years they had a romance. “It turned into a serious relationship between two accidental friends who became lovers,” Jobs recalled in a somewhat wistful tone. […]
When she met Jobs, Baez had a fourteen-year-old son, Gabriel, from her marriage to the antiwar activist David Harris. At lunch she told Jobs she was trying to teach Gabe how to type. “You mean on a typewriter?” Jobs asked. When she said yes, he replied, “But a typewriter is antiquated.”
“If a typewriter is antiquated, what does that make me?” she asked. There was an awkward pause. As Baez later told me, “As soon as I said it, I realized the answer was so obvious. The question just hung in the air. I was just horrified.”

Much to the astonishment of the Macintosh team, Jobs burst into the office one day with Baez and showed her the prototype of the Macintosh. They were dumbfounded that he would reveal the computer to an outsider, given his obsession with secrecy, but they were even more blown away to be in the presence of Joan Baez. He gave Gabe an Apple II, and he later gave Baez a Macintosh. On visits Jobs would show off the features he liked. “He was sweet and patient, but he was so advanced in his knowledge that he had trouble teaching me,” she recalled. […]

And so, after about three years, they ended their romance and drifted into becoming just friends. “I thought I was in love with her, but I really just liked her a lot,” he later said. “We weren’t destined to be together. I wanted kids, and she didn’t want any more.” In her 1989 memoir, Baez wrote about her breakup with her husband and why she never remarried: “I belonged alone, which is how I have been since then, with occasional interruptions that are mostly picnics.” She did add a nice acknowledgment at the end of the book to “Steve Jobs for forcing me to use a word processor by putting one in my kitchen.”

-Walter Isaacson, biografia de Steve Jobs-


24 outubro 2011

citação- II


"My son is now an 'entrepreneur.' That's what you're called when you don't have a job."
Ted Turner