
É sempre um exercício interessante, este, de observar como a mensagem de um produto atravessa 'a cápsula do tempo'. Aqui no caso, o 'Grape Nuts' [que afinal de uva nada tinha] é um cereal pouco ou nada conhecido para lá da América e mesmo lá, já terá visto melhores dias. Mas por cá, em 1908, quando a marca tinha pouco mais de uma década de comercialização, e se podia encontrar em boas mercearias, casas de víveres, pastelarias e pharmacias, era considerado o 'alimento moderno para crianças e adultos' com a virtude de 'reconstituinte cerebral', deveria ter boa venda. Se bem que, pelo que leio da época, as farinhas constituiam a preferência dos portugas. E não é preciso ir mais longe: há mais de quarenta anos que sou um devorador de 'Pensal'. Vá lá eu saber porquê.
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