
Tanta agitação e algazarra e afinal a montanha pariu um rato. A Coreia do Norte avisou o estimado público que iria lançar um satélite de comunicações por estes primeiros dias de Abril, o vizinho Japão alertou logo que iria dar uma fisgada no foguete, os habituais polícias do mundo fizeram coro e avançaram logo com medidas e cenários complicados. Kim, lá em Pyongyang, advertia que uma pedrada no pára-brisas do foguete não dava direito a assistência em viagem e acabou por carregar no botão vermelho (digo eu que é vermelho, mas também pode ser 'flamingo' como hoje vi descrita uma côr) e o foguetão soltou-se no ar limpo dos céus norte-coreanos.
Para estes, o satélite está em órbita e a emitir as grandiosas músicas da nação, para outros, a bicha de rabiar partiu-se e estatelou-se no mar do Japão.
Ora, Kim, a intenção é tudo, mais a mais quando aparentemente se aprende sózinho numa espécie de 'do it yourself' e não se pode esperar que um foguete com a teórica capacidade de alcance de mais de seis mil quilómetros, saia logo bem à primeira. Resta sempre a alternativa de vender a ideia a terceiros para que estes o aperfeiçoem e aos royalties não se neguem.
Entretanto, convinha colocar mais uns carritos em circulação aí em Pyongyang de forma a justificar a menina sinaleiro. Ou irão todos de Metro?
Para estes, o satélite está em órbita e a emitir as grandiosas músicas da nação, para outros, a bicha de rabiar partiu-se e estatelou-se no mar do Japão.
Ora, Kim, a intenção é tudo, mais a mais quando aparentemente se aprende sózinho numa espécie de 'do it yourself' e não se pode esperar que um foguete com a teórica capacidade de alcance de mais de seis mil quilómetros, saia logo bem à primeira. Resta sempre a alternativa de vender a ideia a terceiros para que estes o aperfeiçoem e aos royalties não se neguem.
Entretanto, convinha colocar mais uns carritos em circulação aí em Pyongyang de forma a justificar a menina sinaleiro. Ou irão todos de Metro?
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