12 março 2009

Romanov: o DNA não engana


O mistério, se continuasse, estava quase a fazer cem anos: afinal existiriam ou não descendentes da família imperial russa Romanov que tivessem milagrosamente escapado ao massacre de 17 de Julho de 1918? O artigo publicado no PLoS One evidencia através de provas de DNA que os dois últimos corpos -supostamente de terceiros e que sugeriram o aparecimento de impostores ao longo dos tempos- eram afinal sangue do mesmo sangue, o que significa que não restou ninguém vivo depois do fuzilamento na cave da casa Ipatiev, nesse início de madrugada de 17 de Julho. Aliás, o '17' foi sempre um número azarado para a família de Nikolai II. Este assunto e todo o restante relacionado com o fim da era imperial pelos bolcheviques, pode ser lido aqui.

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