27 março 2009

Qimonda: ram clear


Importam-se de repetir? Então, também não era esta uma empresa de sucesso, uma das jóias da coroa e no lugar cimeiro do ranking das exportadoras nacionais?
Era. Mas já não é, ou melhor: vai deixar de ser quando parar de escorrer a tal matéria-prima, que é prima do sucesso há uns treze anos, enviada lá das terras de germânia.
Todas as amêndoas da Páscoa vão saber a amêndoa-amarga para mais de milhar e meio de pessoas e não se vislumbra que ressuscite, muito embora a quadra festiva, onde -aparentemente- alguém irá desligar o interruptor e atirar a chave ao rio.
O problema pode até estar a montante, mas custa muito a crer estes processos 'de insolvência', estas 'inviabilidades económicas' que surgem de repente a coberto da tal crise global. Nessa gestão modelo não existem, portanto, almofadas que amorteçam impactos, ou se calhar existem mas estarão transformados em 'airbags'. Não houvesse 'a crise' e ela, mais que certo, continuaria 'insolvente' por mais uns anos a disputar o lugar #1 ou #2 nas exportações, cheia de certificações disto e daquilo, menos uma.

2 comments:

Rita disse...

Oh pá, há para aí tanta insolvência disfarçada por grandes empréstimos para amigos de um qualquer BIFNA.

E empresas com cuuarros de luxo...

LMB disse...

Hum...temos 'scrabble' por aqui :)