Percebemos todos bem, não foi? Um casalinho, em que um deles esteja no 'estaleiro' forçado, vulgo desemprego, fica agora -em 2009- com a benesse de pagar metade do encargo mensal do crédito à habitação que tenha em curso, mas -há sempre um mas- dois anos depois (o tempo agora concedido) vê a renda agravada com o acumulado não pago. E dois anos depois, pode continuar tristemente sem trabalho e duplamente encravado. Alguém adere a isto? Só com muita confiança. E se a casa for arrendada e não em crédito bancário? Fica de fora? Fica.
Demagogia? Óbvia.
Dou-te mais uma ideia, Zé: faz antes por factoring, é mais transparente e, sei lá, a malta já sabe o que espera e sempre é uma inovação.
De qualquer forma, estou convencido que lá para o Verão, ides estender o prazo de subsídio de desemprego, quando os matemáticos das estatísticas do INE vierem a terreiro dizer que já passámos o meio milhão de 'encostados involuntários'. Outubro é logo a seguir; que é como quem diz: perdido por natureza.
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