Dizem que custou 3,2M€ a revitalização da zona, ao abrigo do nunca-mais-anda-nem-acaba programa 'Polis'. Efectivamente, quem a viu e quem a vê, nota diferença substancial: ficou bonito, bem bonito mesmo, os 3,5 hectares. Mas...
Com tanto hectare e com tanto milhão, faz-me sempre confusão (rima e é verdade) que, em planta, não se vislumbre (estimados Arquitectos isto é para vós) que uma rampa de acesso ao equipamento de apoio ao parque (Bar e já lá vamos) se absolutamente necessária para pessoas com limitações físicas, não se infere daí que as restantes tenham de fazer o mesmo percurso; não que daí venha mal ao mundo, mas é estranho um terraço de esplanada com cota desnivelada sem guarda e sem es
cada.
O novo parque urbano de Albarquel tem, à data da foto, sete mesinhos. Voltado para uma das mais belas baías do mundo segundo consta e todos constatam, seria de prever que a 'aragem marítima' desse cabo do verniz barato que revestem os bancos. 3,2M deveriam contemplar em orçamento um revestimento capaz de durar mais algum tempo, digamos, 24 meses. O resultado final é já um ar desmazelado ao final de duzentos dias.
Bar/Café/Esplanada: desde que a fumarada cigarreira foi empurrada para o exterior, as esplanadas multiplicam-se (há males que acabam por vir por bem) e esta, com a tal localização de eleição, é um sítio que o concessionário deveria ter em atenção: as mesas são para estar limpas, o chão é para ser varrido, os cinzeiros são para estar lá fora e limpos, parte disto, é também válido para o interior. Irrita-me o estilo de negócio com um par de funcionários(as) atrás do balcão high-tech onde o cliente paga primeiro, é servido depois, transporta aquilo que já pagou, limpa a cadeira, limpa a mesa, limpa o cinzeiro e toma a bica fria. Pior: é que ninguém lhe paga para isto.
Não é preciso ir à 'prrofundurra' da questão para se perceber aquilo que é tão óbvio.
Com tanto hectare e com tanto milhão, faz-me sempre confusão (rima e é verdade) que, em planta, não se vislumbre (estimados Arquitectos isto é para vós) que uma rampa de acesso ao equipamento de apoio ao parque (Bar e já lá vamos) se absolutamente necessária para pessoas com limitações físicas, não se infere daí que as restantes tenham de fazer o mesmo percurso; não que daí venha mal ao mundo, mas é estranho um terraço de esplanada com cota desnivelada sem guarda e sem es
cada.O novo parque urbano de Albarquel tem, à data da foto, sete mesinhos. Voltado para uma das mais belas baías do mundo segundo consta e todos constatam, seria de prever que a 'aragem marítima' desse cabo do verniz barato que revestem os bancos. 3,2M deveriam contemplar em orçamento um revestimento capaz de durar mais algum tempo, digamos, 24 meses. O resultado final é já um ar desmazelado ao final de duzentos dias.
Bar/Café/Esplanada: desde que a fumarada cigarreira foi empurrada para o exterior, as esplanadas multiplicam-se (há males que acabam por vir por bem) e esta, com a tal localização de eleição, é um sítio que o concessionário deveria ter em atenção: as mesas são para estar limpas, o chão é para ser varrido, os cinzeiros são para estar lá fora e limpos, parte disto, é também válido para o interior. Irrita-me o estilo de negócio com um par de funcionários(as) atrás do balcão high-tech onde o cliente paga primeiro, é servido depois, transporta aquilo que já pagou, limpa a cadeira, limpa a mesa, limpa o cinzeiro e toma a bica fria. Pior: é que ninguém lhe paga para isto.
Não é preciso ir à 'prrofundurra' da questão para se perceber aquilo que é tão óbvio.
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