
Sim, é mediático. E tem mesmo de ser. Afinal de contas será, a partir de hoje, o timoneiro da maior economia do mundo.
A nossa, periférica, minúscula e sem peso anda a reboque de outras e em particular desta, por isso, é obvio que a investidura do novo presidente norte-americano crie expectativa, não pelo pantone ou pelo nome do meio ser Hussein, mas pelo que -aparentemente- o homem representará de esperança e confiança renovada para um futuro comum, onde algumas empresas se entretêm a fazer projecções cinzento-escuro, quando curiosamente não souberam prever coisa alguma no passado recente.
Bola p'ra frente, rapaz.
A nossa, periférica, minúscula e sem peso anda a reboque de outras e em particular desta, por isso, é obvio que a investidura do novo presidente norte-americano crie expectativa, não pelo pantone ou pelo nome do meio ser Hussein, mas pelo que -aparentemente- o homem representará de esperança e confiança renovada para um futuro comum, onde algumas empresas se entretêm a fazer projecções cinzento-escuro, quando curiosamente não souberam prever coisa alguma no passado recente.
Bola p'ra frente, rapaz.
2 comments:
Quem pensar que o Obama venha um dia a definir o programa do Bloco de Esquerda, vai ficar desiludido.
Eis a razão porque tento não me esquecer que ele é apenas o Presidente da América e o que é bom para a América muitas vezes não é bom para nós.
Pelo menos a mim não de defraudará
Não será certamente el 'Comandante Obama'. No fundo, tudo aponta para que seja um humanista e isso já será um ponto -com relevo- a seu favor.O resto, vamos ver. E tens razão: às vezes o que é bom para a América, não serve cá.
Mas também para nos afectar não é preciso muito.
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