
No mínimo é o que se pode dizer quando se olha para um trabalho de Lucio Bubacco. Centenas de pequenos diabos, fadas, divindades e outras que tais, todos em vidro, agarram-se a estranhos candeeiros, lustres, jarras. Uns a merecerem uma bola vermelha no canto direito do ecrã, outros nem por isso, mas todos com uma creatividade de monta.
Não digo que, na Marinha Grande, os nossos sopradores de vidro não fossem capazes de fazer algo semelhante. Seriam certamente, mas às vezes é o medo de arriscar em peças estranhas que podem ficar apenas à boca do lume. Mas nada como tentar, até porque Bubacco incentiva a que o seus modelos sirvam de inspiração.
Não digo que, na Marinha Grande, os nossos sopradores de vidro não fossem capazes de fazer algo semelhante. Seriam certamente, mas às vezes é o medo de arriscar em peças estranhas que podem ficar apenas à boca do lume. Mas nada como tentar, até porque Bubacco incentiva a que o seus modelos sirvam de inspiração.
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