
Não serve por uma única e importante razão: uma praça tradicional está, na grande maioria das vezes, mais arrumada que um hipermercado ou supermercado.
É irritante (e será perigoso até acontecer, um dia) fazer quaisquer compras nos 'nossos' grandes grupos de distribuição. Chamemos-lhes, claramente, pelas insígnias: Modelo, Continente, Feira Nova, Pingo Doce, Jumbo e Intermarché.
Irritante pelos corredores ora atravancados de paletes, ora de carrinhos-contentores cheios de desperdícios de caixas de cartão, ora de contentores plásticos carregados de géneros para venda em locais onde uma cadeira de rodas não passa, e neste último caso, grave, porque é apenas a ânsia de vender na esquina estratégica que tolda a razão.
Para além do aspecto de desmazelo que pode definitivamente passar -todos sabemos a importância da reposição de produtos, mas todos sabemos também que pode passar por uma questão de bom senso em termos de horários- o acidente gratuito com os clientes que ali largam a nota, está à mão de semear.
Todos, sem excepção, fazem desta prática de reposição a 'horas de ponta' o seu forte, quando a 'hora de ponta' não existe, também lá estão, ou seja, na prática estão sempre presentes.
Nada tenho contra a reposição, tenho sim, do modo como ela é efectuada, sabendo que existe alternativas aos porta-paletes no mercado e até bem melhor do que eu, saberá quem gere esta indústria. Eu faço apenas o meu papel de cliente-pagador que não tem de encontrar em todos os corredores lineares tapados ou com impedimento de paletes aquilo que vou à procura.
Hoje, esbarrei numa dessas esquinas com um dos múltiplos porta-paletes 'fora de mão'. Podia ter resultado no tal acidente que poderia estragar um Sábado. Pedi a presença do chefe de loja: não estava. Valeu a cortesia e o profissionalismo da colaboradora que falou comigo. Ponto de vista para aqui, ponto de vista para ali, argumento para cima, contra-argumento para baixo, a razão assistia-me e disso não houve dúvidas. A questão local parou ali, mas aí no norte, meu caro, prepara-te porque a cartita vai a seguir.
Como dizia um batráquio francês: é totalmente inaceitável, meus caros senhores da 'grande distribuição' que v.exas. insistam em transformar as vossas grandes ou pequenas superfícies no modelo de armazém de retém. Só faltará mesmo, a genial opção de colocar empilhadores no circuito dos clientes.
É curioso, mas não vejo isto -pelo menos desta forma agressiva e atravancada- no 'El Corte Inglés'. Eu sei que é mais caro, que não tem talões, que não é o 'sítio do costume' e que não é mosqueteiro de coisa alguma, mas que diabo, deve ter uma coisa boa pelo menos: talvez o respeito por quem lhe dá os euros para pagar a renda, não considerando esses, um estorvo à prática repositória do seu estabelecimento.
É irritante (e será perigoso até acontecer, um dia) fazer quaisquer compras nos 'nossos' grandes grupos de distribuição. Chamemos-lhes, claramente, pelas insígnias: Modelo, Continente, Feira Nova, Pingo Doce, Jumbo e Intermarché.
Irritante pelos corredores ora atravancados de paletes, ora de carrinhos-contentores cheios de desperdícios de caixas de cartão, ora de contentores plásticos carregados de géneros para venda em locais onde uma cadeira de rodas não passa, e neste último caso, grave, porque é apenas a ânsia de vender na esquina estratégica que tolda a razão.
Para além do aspecto de desmazelo que pode definitivamente passar -todos sabemos a importância da reposição de produtos, mas todos sabemos também que pode passar por uma questão de bom senso em termos de horários- o acidente gratuito com os clientes que ali largam a nota, está à mão de semear.
Todos, sem excepção, fazem desta prática de reposição a 'horas de ponta' o seu forte, quando a 'hora de ponta' não existe, também lá estão, ou seja, na prática estão sempre presentes.
Nada tenho contra a reposição, tenho sim, do modo como ela é efectuada, sabendo que existe alternativas aos porta-paletes no mercado e até bem melhor do que eu, saberá quem gere esta indústria. Eu faço apenas o meu papel de cliente-pagador que não tem de encontrar em todos os corredores lineares tapados ou com impedimento de paletes aquilo que vou à procura.
Hoje, esbarrei numa dessas esquinas com um dos múltiplos porta-paletes 'fora de mão'. Podia ter resultado no tal acidente que poderia estragar um Sábado. Pedi a presença do chefe de loja: não estava. Valeu a cortesia e o profissionalismo da colaboradora que falou comigo. Ponto de vista para aqui, ponto de vista para ali, argumento para cima, contra-argumento para baixo, a razão assistia-me e disso não houve dúvidas. A questão local parou ali, mas aí no norte, meu caro, prepara-te porque a cartita vai a seguir.
Como dizia um batráquio francês: é totalmente inaceitável, meus caros senhores da 'grande distribuição' que v.exas. insistam em transformar as vossas grandes ou pequenas superfícies no modelo de armazém de retém. Só faltará mesmo, a genial opção de colocar empilhadores no circuito dos clientes.
É curioso, mas não vejo isto -pelo menos desta forma agressiva e atravancada- no 'El Corte Inglés'. Eu sei que é mais caro, que não tem talões, que não é o 'sítio do costume' e que não é mosqueteiro de coisa alguma, mas que diabo, deve ter uma coisa boa pelo menos: talvez o respeito por quem lhe dá os euros para pagar a renda, não considerando esses, um estorvo à prática repositória do seu estabelecimento.
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