"...a primeira Coca-cola, foi, me lembro bem agora, nas asas da Panair..."Conversando no Bar- Elis Regina
Era "pa-na-ir" por ali, mas desta vez, o satélite que costuma dar v
oz a uma menina dentro de uma caixinha-guiadora e que me coloca por norma algo distante do ponto de chegada que ele(a) entende como certo e eu como errado, desta vez, repito, está perdoado. Porque se assim não fosse, algures entre Vagos e Esgueira, não teria dado, esta tarde, com este magnífico suporte publicitário em azulejo da Pan Am , dos idos anos 60.
O vandalismo idiota e gratuito, resume-se felizmente e ao dia, aqueles 2 cartazes colados, embora tenha marcas de outros, mas, apesar de tudo, a beleza da
mensagem continua intacta.
Do mal cheiroso guano mas, à época, eficiente 'Nitrato do Chile' (outro belo e clássico exemplar que tantas vezes na minha meninice anunciava a chegada ao campo e às férias-grandes), ao estilizado 'G' da Mabor General até ao menos conhecido e divulgado quase regionalmente dos 'Refrigerantes Jaguar' da algarvia fábrica com o mesmo nome e de curta duração também nos anos '60, a arte de publicitar de forma duradoura, em azulejo, teve o seu 'boom' a meio do séc.XIX com o revestimento de fachadas para uso publicitário,
normalmente azulejaria encomendada e pintada à mão em vez de estampilhada, o que originou, no início, uma escassez de mestres pintores-ceramistas.
A partir daí, o conceito de inovador suporte publicitário sem manutenção estava lançado.
As Edições Inapa editaram um excelente livro precisamente sobre 'A Publicidade no Azulejo' compilando exemplares únicos.
oz a uma menina dentro de uma caixinha-guiadora e que me coloca por norma algo distante do ponto de chegada que ele(a) entende como certo e eu como errado, desta vez, repito, está perdoado. Porque se assim não fosse, algures entre Vagos e Esgueira, não teria dado, esta tarde, com este magnífico suporte publicitário em azulejo da Pan Am , dos idos anos 60.O vandalismo idiota e gratuito, resume-se felizmente e ao dia, aqueles 2 cartazes colados, embora tenha marcas de outros, mas, apesar de tudo, a beleza da
mensagem continua intacta.Do mal cheiroso guano mas, à época, eficiente 'Nitrato do Chile' (outro belo e clássico exemplar que tantas vezes na minha meninice anunciava a chegada ao campo e às férias-grandes), ao estilizado 'G' da Mabor General até ao menos conhecido e divulgado quase regionalmente dos 'Refrigerantes Jaguar' da algarvia fábrica com o mesmo nome e de curta duração também nos anos '60, a arte de publicitar de forma duradoura, em azulejo, teve o seu 'boom' a meio do séc.XIX com o revestimento de fachadas para uso publicitário,
normalmente azulejaria encomendada e pintada à mão em vez de estampilhada, o que originou, no início, uma escassez de mestres pintores-ceramistas.A partir daí, o conceito de inovador suporte publicitário sem manutenção estava lançado.
As Edições Inapa editaram um excelente livro precisamente sobre 'A Publicidade no Azulejo' compilando exemplares únicos.
0 comments:
Enviar um comentário