13 maio 2008

Byblos


Existem -ainda- muito boas livrarias por este país; umas sobejamente conhecidas outras nem tanto, mas o que não impede, em muitos casos de menor visibilidade, de ter gente culta e à altura de endereçar uma resposta ou aconselhamento necessário. A Buchholz, por exemplo, era uma delas com o seu espaço enorme bem segmentado e com um atendimento único. Era. Já não é, infelizmente. Há ainda a preciosa Lello & Irmão, no Porto.

Os grandes espaços multi funções surgem normalmente integrados nas chamadas 'catedrais de consumo', como é o caso Fnac. Outros, aparecem isolados dessa extensão consumista. A Byblos, nas Amoreiras, é o cenário mais recente.
Nada a apontar, porém, a nenhuma destas entidades mega dimensionadas. Antes, pelo contrário: são espaços agradáveis, não deixando contudo, de apelar ao consumo como moderna práctica livreira. O que se sente falta é do tal atendimento mais personalizado, mas isso é porque não são exactamente Livrarias tão somente, mas um aglomerado de oferta vária. No cruzamento estratégico das ruas das Amoreiras, a Byblos, evidencia de imediato e, para o exterior, um elemento altamente catalizador: as montras. Sem grande sofisticação (pelo menos na altura em que por lá passei) mas produzidas para reter a atenção e certamente sairão a ganhar.

Créditos: imagem Byblos


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