
Vejam bem que não há só gaivotas em terra quando um homem se põe a pensar
quando um homem se põe a pensar
Quem lá vem dorme à noite ao relento na areia
dorme à noite ao relento no mar
dorme à noite ao relento no mar
E se houver uma praça de gente madura e uma estátua e uma estátua de de febre a arder
Anda alguém pela noite de breu à procura e não há quem lhe queira valer
e não há quem lhe queira valer
quando um homem se põe a pensar
Quem lá vem dorme à noite ao relento na areia
dorme à noite ao relento no mar
dorme à noite ao relento no mar
E se houver uma praça de gente madura e uma estátua e uma estátua de de febre a arder
Anda alguém pela noite de breu à procura e não há quem lhe queira valer
e não há quem lhe queira valer
Vejam bem daquele homem a fraca figura desbravando os caminhos do pão
desbravando os caminhos do pão
desbravando os caminhos do pão
E se houver uma praça de gente madura ninguém vem levantá-lo do chão
ninguém vem levantá-lo do chão
ninguém vem levantá-lo do chão
Vejam bem que não há só gaivotas em terra quando um homem
quando um homem se põe a pensar
Quem lá vem dorme à noite ao relento na areia
dorme à noite ao relento no mar
dorme à noite ao relento no mar
quando um homem se põe a pensar
Quem lá vem dorme à noite ao relento na areia
dorme à noite ao relento no mar
dorme à noite ao relento no mar
José Afonso
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