06 janeiro 2008

Memória: Slade


Alguns de vós, creio, nunca terão ouvido falar destes '4 magníficos', outros, lembrar-se-ão agora que falo neles: Slade.
A -hoje- raridade 33rpm 'Slade Alive!' veio ter comigo de bandeja -como preciosa oferta- se não estou em erro, em 1973. Um ano depois da data de saída.
Era a época pós-hippie, e a abertura de mais uma época 'glamourosa' do rock de lantejoulas, daí o epíteto 'glam rock' em que os Slade se integravam; precursores de outros que terão, talvez, ficado mais na memória, como os The Clash, Kiss e outros mais ou menos como Gary Glitter.
Quando se pensa que apenas os Stones são a banda activa mais provecta do planeta, relega-se para segundo ou terceiro plano, outros que ainda mantêm a chama viva do rock 'n roll, como é o caso destes aqui.
Pela longevidade de carreira (mais de quarenta anos a martelar) a britânica Wolverhampton University agraciou-os, em 2002, pelo contributo prestado à música, pesada ou não. Como sempre, o tempo não perdoa, por isso, os obesos Slade não constituem excepção. Mantém o espírito alegre e divertido que sempre os marcou a par das propositadas frases e palavras mal construídas que davam (e dão) os nomes aos temas, como o clássico 'Coz I Luv U'.

0 comments: