
Quando os cientistas a dispararam para os confins do universo, já sabiam de antemão que não iria resistir ao inverno marciano. A sonda Phoenix que desde Maio vem enviando informação em catadupa sobre aquele planeta, foi agora apanhada numa violenta tempestade de areia pelo que o fraca energia solar está agora mais condicionada e a longa noite invernosa de Marte está a caminho, portanto, sem bateria (e eu sei o que isso é, cá na Terra) não há como ligar 'a ignição' e nem mesmo os satélites na órbita de Marte o conseguem. Talvez na próxima primavera, depois do degelo, dizem na NASA.
Mas entretanto está já preparada -ou quase- a nova missão, desta vez com um 'rover' nuclear capaz de revolver o terreno e analisar dentro das entranhas do engenho a mais ínfima partícula de hipotética forma de vida. Chama-se a missão 'Mars Science Laboratory' e o filme de animação de como vai ser, talvez já para o próximo ano, está aqui e vale a pena ver.
Mas entretanto está já preparada -ou quase- a nova missão, desta vez com um 'rover' nuclear capaz de revolver o terreno e analisar dentro das entranhas do engenho a mais ínfima partícula de hipotética forma de vida. Chama-se a missão 'Mars Science Laboratory' e o filme de animação de como vai ser, talvez já para o próximo ano, está aqui e vale a pena ver.

