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15 fevereiro 2012

espécie de monólitos

Ao ver as imagens (e a serem reais, mas tudo indica nesse sentido) a primeira coisa que me vem à cabeça é aquela célebre cena do filme '2001-Odisseia no Espaço' em que um monólito se apresenta por cá desde os primórdios como testemunho de outros que por cá estivessem estado antes.
Diz-se que estas, pesadonas e quiçá inspiradas no modelo de fabrico 'unibody', agora encontradas em praias, são 'de outro(s) mundo(s)'. Podem até ser. Mas como sempre, devemos ser um nadinha atrasados para perceber o que contêm e qual o propósito. Claro que se tivessem dado à costa na Cova do Vapor, a esta hora já se saberia um bocadinho mais depois de umas marteladas e até poderíamos elucidar o FBI e congéneres. Ou então ter-se-ia aberto uma caixa de Pandora e seria pior a emenda que o soneto.
Brinco com isto, mas acho estranho. E esta é que é a realidade.

"They can’t be moved; even when yanked by a four-wheel drive truck pulling on heavy chains tied around these humming metal boxes"


"However, the late afternoon before sunset at Bray’s Point Feb. 8 found only the roar of absolute silence. In turn, there was no same intense level of noise coming from two boxes on the Bray’s Point beach and others at the nearby Stonefield Beach."

"Meanwhile, the British government also photographed similar huge metal boxes on beaches in Sri Lanka in the late 1990’s and in early 2004 and 2005. The discovery of the boxes is detailed in updated previously classified reports from the British government"

14 fevereiro 2012

observatório -23

Taganrog, Russia, 11Fev [Vénus]

12 fevereiro 2012

observatório -22

03 fevereiro 2012

missão: aterrar num cometa

Em 2014:

11 janeiro 2012

knowing

Nunca tinha visto este filme, apesar dos 'críticos' não o considerarem propriamente uma obra-prima, a realidade para mim foi outra: gosto e acho-o até, no essencial, muito pouco ficcionado. Sim, é certo que sou um defensor do 'não estamos sós', mas num plano mais 'terreno-científico' tenho aprendido ao longo destes últimos anos junto de quem sabe da poda, que o Sol é nosso amigo q.b. e que as ejecções de massa coronal são algo para ter linha de conta de (grande) preocupação e, na verdade, ninguém as consegue prever por muito que se tente. O Sol é uma estrela dinâmica e já houve alturas em que acordou 'mal disposto' (vai pouco mais de 1 século, por exemplo) e nada, absolutamente nada nos garante que não volte a ter uma azia daquelas.

06 janeiro 2012

observatório -21

Humm...

01 janeiro 2012

2012, o começo

27 novembro 2011

marte: curiosity

Em Agosto do próximo ano:

26 novembro 2011

gliese 581d

espaço: odisseia planetária

É um documentário -ou melhor: um 'docudrama'- da BBC relativamente recente, feito como se de uma obra cinematográfica de Hollywood se tratasse mas sem 'Spock' ou 'Darth Vader'; a diferença é que não é exactamente uma fantasia, antes, uma antecipação, tendo como base aquilo que cientificamente se conhece sobre os planetas do nosso estimado sistema solar.
Feita a introdução, conheçam então a nave 'Pegasus' e a sua equipa de bordo e de terra e 'aterrem' em Marte ou Plutão. É em inglês, mas vale bem a pena: 'Space Odyssey- Voyage to the planets', parte 1 aqui em baixo, parte 2 aqui.

03 novembro 2011

2005 yu55


2005 YU55 é o 'part-number' para o asteróide que dentro de dias (a 8 de Novembro) fará um 'vôo rasante' ao nosso planeta: mais ou menos a 325 mil Km de distância, ou seja, menos do que dista a Lua de nós. A menos que aconteça algum imprevisto, a rota não pressupõe que se estatele em solo terrestre.
Seja como for, é um imenso pedregulho arredondado com 400m. de diâmetro e, também por isso, incluído na lista de objectos potencialmente perigosos. Rara oportunidade, então, para quem o conseguir observar com binóculos muito sofisticados por volta das 23:30h do dia 8. O próximo -conhecido, tal como este- a rasar e muito a Terra, será em 2029. O nome dele é Apophis. E não será de bom agoiro.

01 outubro 2011

nasa: conferência de setembro


Faltou um bocadinho assim para dizer mais alguma coisa...
Mas há aqui uma coisa que me confunde, nas palavras de Amy Mainzer: se foram descobertas pelo telescópio WISE no espectro de infravermelhos várias 'estrelas anãs castanhas' (brown dwarf star) próximas da Terra, então a teoria que um corpo massivo deste tipo traria alterações profundas nas órbitas dos planetas, aparentemente, não será assim.

29 setembro 2011

gigante do universo

Para lá do cinturão de Kuiper.

27 setembro 2011

observatório -20


26 setembro 2011

memória: cássia eller

Cássia Eller (1962-2001) tem em 'O segundo sol' uma dos seus maiores êxitos; escrito por Nando Reis -músico da banda brasileira 'Titãs'- em 1999, este poema parecia querer adivinhar factos projectados à distância de doze anos.
É ouvir para perceber.

hummm...


Informação também por aqui.

25 setembro 2011

nasa: informa mas previne-se

Sim, é sobre o cometa do momento. O assunto assumiu proporções inimagináveis ao longo destes últimos meses, por isso a NASA -a mesma que teve dificuldade em prever a trajectória de queda de um satélite seu e mesmo caindo não sabe bem onde- sentiu-se na obrigação de, uma vez mais, vir a terreiro explicar que as pessoas estão erradas quanto ao cometa Elenin e suposto perigo associado, pela voz -habitual- de um dos seus cientistas: David Morrison.
Por outro lado, a mesma agência, faz um apelo interno aos seus funcionários para que estejam sempre preparados com estratégia e planos de contigência no caso de uma catástrofe. Uma ou várias e de qualquer origem. O executivo da agência espacial norte americana, Charles Bolden, dirigiu-se então assim aos seus colaboradores no passado mês de Junho.


22 setembro 2011

uars: lixo espacial


UARS significa Upper Atmosphere Research Sattelite.
Tem 20 anos e está desactivado há poucos anos, muito embora alguns dos seus instrumentos de observação estivessem ainda operacionais, mas ao que parece representava perigo lá por cima, nomeadamente com a estação espacial internacional. Deverá entrar na atmosfera terrestre amanhã ou depois, mas o estranho (para o comum dos mortais) é o facto da NASA não ter uma previsão sobre a área potencialmente visada na sua descida ao solo terrestre: rumores apontam agora para Itália, assim como para a costa sul da América Latina. Um grande desfazamento geográfico, portanto. Os entendidos na matéria, i.e. cientistas da agência espacial norte americana, afirmam que será 'mais perigoso atravessar uma rua com trânsito' do que apanhar com algum remanescente do satélite que possa não se desintegrar na entrada da atmosfera terrestre. Pode até ser, mas não deixa de haver probabilidades da estatística sair errada, em particular o rácio que fazem de 1 para 3.200 em termos de eventual vítima(s). Se das 6 toneladas de peso original do UARS, somente meia tonelada (é a previsão) entrar mais ou menos intacta na nossa zona habitável e adicionarmos a velocidade a que virá, é capaz de ser motivo para preocupação antecipada, porque, aparentemente, não havendo previsão de local, será um tanto ou quanto diferente da entrada do Skylab em 1979 que se estatelou (o que restou dele) no oceano Indíco e na zona oeste desertificada da Austrália ou mesmo, mais recentemente, da enorme estação espacial russa MIR que fez a sua reentrada directa no Pacífico sul, em 2001.

18 setembro 2011

afinal ele vive

Foi dado como 'oficialmente' extinto, desintegrado, na aproximação ao Sol há poucas dias, pelo próprio descobridor, mas na realidade centenas de astrónomos confirmam agora o oposto: continua vivo e a percorrer o caminho que o JPL (Jet Propulsion Laboratory/Nasa) no seu diagrama prevê e continua ainda a ser ajustado, pelo que se deduz que a própria Nasa não confirmou a sua desintegração. Este viajante numa órbita hiperbólica, vindo dos confins do sistema solar (ou para lá dele) é único no seu género.
Teorias várias sobre a aproximação do cometa Elenin ao nosso planeta, já no final deste mês, a 460Km/segundo e o que pode ou não provocar lá para o Outono, continuam a florescer, porque para alguns não é exactamente um cometa comum. Entre estas teorias está a de Richard Hoagland, homem ligado à ciência do espaço e também à Nasa. Como se segue:

13 setembro 2011

apagão: um destes dias

"[...]Imagine a world without electricity. Even for just a week. Imagine New York City with no electricity, or Los Angeles, or Sao Paulo. Within 72 hours, most cities around the world will devolve into total chaos, complete with looting, violent crime, and runaway fires. And if you think you can just drive away from the chaos, think again: The solar flare will fry all automobiles that rely on ignition electronics, which means probably 98% of the vehicles on the road today will be instantly rendered scrap metal (or plastic, as it turns out).

There are 440 nuclear power plants operating across 30 countries around the world today. There are an additional 250 so-called “research reactors” in existence, making a total of roughly 700 nuclear reactors to be dealt with." [...]

" [...] Now imagine the scenario: You’ve got a massive solar flare that knocks out the world power grid and destroys the majority of the power grid transformers, thrusting the world into darkness. Cities collapse into chaos and rioting, martial law is quickly declared (but it hardly matters), and every nation in the world is on full emergency.

But that doesn’t solve the really big problem, which is that you’ve got 700 nuclear reactors that can’t feed power into the grid (because all the transformers are blown up) and yet simultaneously have to be fed a steady stream of emergency fuels to run the generators the keep the coolant pumps functioning.

How long does the coolant need to circulate in these facilities to cool the nuclear fuel? Months. This is also the lesson of Fukushima: You can’t cool nuclear fuel in mere hours or days." [...] - The Intel Hub.