
Ei-los que voltam. A empresa mais parasita do mercado ataca pela fresquinha: eram 9.55h quando o primeiro bloqueador da camarária EMEL saíu da viatura direitinho para a roda de um furgão. Não que estivesse mal estacionado, mas provavelmente porque o papelinho trocado por muitas moedinhas (sim, a tecnologia tarda a chegar e preferem 'raspadinhas') não estaria no tablier ou qualquer outra coisa relacionado com horas e minutos. Desde que assumiram o papel de 'polícia' sentem-se uma rapaziada muito ufana.
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